Qual a percentagem de tempo em cada dia que o meu familiar vai estar a cochilar ou sem fazer nada?

Se precisamos de organização de cuidados que complemente o nosso acompanhamento, esperamos que o nosso familiar, na sua nova morada, não vá passar 70% do seu tempo sentado, a dormitar em frente de um televisor.

Esperamos pois, que para além da interação social, utilitária e espontânea que o cuidador proporciona no cuidado de higiene, alimentação etc…haja momentos de interação social exatamente com esse propósito de interagir, sem uma tarefa de cuidado em particular a justificar essa relação.

Sabe se a instituição se preocupa em preencher a vida do nosso familiar com interações sociais de significado para além do básico (acompanhamento de profissionais de saúde; proporção de segurança, alimentação, auxilio em tarefas, higiene…) e nos solicita muita informação sobre a pessoa e o seu contexto antes da mudança…para assim definir encontros significativos?

Com que resposta fica mais satisfeita/o? Sim ou não?

Palavras chave: instituição, cuidado, complemento, idoso, dependência, demência, pesquisar lar, lar, familiar, ente querido, utente, cliente, qualidade de vida